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Memória Celeste
Os Ciclos no desenvolvimento humano
Patrícia Boni
 





O Universo possui ritmos (tudo nasce, cresce, se desenvolve e morre através dos fenômenos cíclicos). Assim como o ritmo astrológico é percebido no zodíaco, as células do coração também apresentam seu ritmo por sua pulsação.

O Homem está conectado com o Universo. A ligação entre o macrocosmo e o microcosmo pode ser compreendida na relação entre os movimentos celestes e as experiências humanas. Essas semelhanças funcionais entre o Homem e o Cosmos podem ser interpretadas por analogias. 

A Astrologia tem como principal objeto de estudo, o nosso sistema solar, e, enquanto houver regularidade nos seus movimentos, será possível mapear ciclos.

A cada ano temos o ciclo solar, movimento do Sol pela esfera celeste ao transitar pelos doze signos astrológicos. Todo primeiro dia do ano o Sol se encontrará no mesmo signo, e retornará ao mesmo ponto após um ano.

Neste momento, a maior parte das pessoas deseja mais dinheiro, saúde e amor, e para alcançar seus desejos não faltam promessas de mudanças e o compromisso com novas atitudes.

Parecido aos ciclos anteriores ocorrerão nascimentos, mortes, uniões e separações. Quantos realizarão suas promessas? Quantos conseguirão mudar? Será necessário ser tudo diferente? As consultas astrológicas aumentam neste período? 

Como orientar um cliente numa época em que tudo ocorre em velocidade acelerada, na qual a ganância e a violência são crescentes e os relacionamentos cada vez mais efêmeros? 

As previsões astrológicas descrevem as tendências futuras, enquanto alguns querem saber se vão chegar ao destino proposto, outros querem saber qual a melhor maneira de fazer o percurso para chegar ao seu destino. Este percurso nada mais é do que a caminhada pela vida, usando a consciência como aliada. 

Levantar o mapa astrológico para um determinado nascimento é uma representação espacial (fotografia celeste no momento exato do nascimento), enquanto que as previsões são uma representação temporal (o tempo como marcador das experiências humanas). 

Esta ligação entre espaço, tempo e individuo pode ser compreendida pela análise da personalidade que, segundo Carl Gustav Jung (1875-1961), fundador da escola analítica de Psicologia, “é um organismo em evolução, cujo caráter integrado não deve ser tido como um fato consumado, mas uma meta essencial mesmo que difícil atingir para os seres humanos individualizados”.

A personalidade é a organização interior de um ser humano em qualquer momento de seu desenvolvimento (processo contínuo na formação progressiva das funções humanas), e independe como isto é percebido por outra pessoa. 

O movimento dos astros no céu mapeia as experiências na Terra. 

Segundo o astrólogo André Barbault, no livro - Da Psicanálise à Astrologia, “a periodicidade dos movimentos planetários geram uma repetição em intervalos regulares de natureza idêntica ou análoga. O Universo cósmico e o universo humano são expressão da mesma realidade. Este mecanismo de repetição também acontece no plano individual pela representação fixada em seu psiquismo, ou seja, as situações posteriores reproduzirão uma analogia qualquer com a primeira”. 

Toda e qualquer vivência humana é impressa no cérebro, o que não significa ter a consciência ou lembrança dos primeiros anos de vida, mas que o registro será gravado e responsável pela formação da memória de cada um. 

Surgem então, os chamados padrões de comportamento, sejam eles agradáveis ou traumáticos e, para os que acham que padrões não existem, a neurociência, em pesquisas recentes, mostra que as mesmas partes do cérebro que usamos para nos lembrarmos do passado, são usadas quando fazemos projeções para o futuro. 

Voltando um pouco no tempo, já dizia o filósofo medieval Raimundo Lulio, nascido em 1232, que possuímos três faculdades humanas: a memória, o entendimento e a vontade. A primeira recorda o que a segunda entende e o que a terceira quer, portanto, podem estabelecer perfeito acordo. 

* Texto extraído do CBA nº 10 • Memória Celeste • Patrícia Boni • Março/2007

Patrícia Boni é Astróloga, jornalista e educadora. Iniciou seus estudos em 1986. Atualmente leciona na Gaia • Escola de Astrologia. Já atuou em workshops em várias cidades. Fez diversos cursos na Escola Municipal de Astrofísica • SP e participou do projeto Planetarium, com a finalidade de levar o conhecimento de astronomia para crianças e adolescentes. Foi educadora da Secretaria do Menor. Hoje, desenvolve um trabalho na área de astrologia infantil, na orientação para pais e educadores. Participa do site www.companhiadoceu.com.br e do grupo GaiaBrasilis, grupo de astrólogos que elabora pesquisas na área de Astrologia Mundial, tendo apresentado vários trabalhos nesta área.

Conheça todo o trabalho de pesquisa adquirindo o CBA • Caderno Brasileiro de Astrologia nº 10

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