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Os Calendários
A invenção da Medição do Tempo
Jaures Cardoso
 






Introdução:
Calendário é o sistema de medição do tempo que se necessita para a vida civil, dividindo o tempo em dias, semanas, meses e anos. Todos os calendários se baseiam nos movimentos aparentes dos 2 astros mais brilhantes da abóbada celeste, na perspectiva de quem se encontra na Terra. – o Sol e a Lua – para determinar as unidades de tempo: dia, mês e ano.
O dia, cuja noção nasceu do contraste entre a luz solar e a escuridão da noite, é o elemento mais antigo e fundamental do calendário. A observação da periodicidade das fases lunares gerou a idéia de mês. E a repetição alternada das estações as quais variavam de duas a seis de acordo com os climas, deu origem ao conceito de ano, estabelecido em função das necessidades da agricultura. 

O ano é o período de tempo necessário para que a Terra faça um giro ao redor do Sol – cerca de 365 dias e seis horas. Esse número fracionário exige que se intercale dias periodicamente, a fim de fazer com que os calendários coincidam com as estações. No calendário gregoriano, usado na maior parte do mundo, um ano comum compreende 365 dias, mas a cada 4 anos há um ano de 366 dias – o chamado ano bissexto, em que o mês de fevereiro passa a ter 29 dias. São bissextos anos cujo milésimo é divisível por 4, com exceção dos anos de fim de século cujo milésimo não seja divisível por 400. Assim, por exemplo, o ano de 1900 não é bissexto, ao contrário do ano 2000.

Em astronomia, distinguem-se várias espécies de ano, com pequenas diferenças de duração. O ano trópico, também chamado de ano solar ou ano das estações, tem 365 dias, 5 horas, 48 minutos e 46 segundos. Compreende o tempo decorrido entre 2 ocorrências sucessivas do equinócio vernal, ou seja, do momento em que o Sol aparentemente cruza o equador celeste na direção norte. Em virtude do fenômeno de precessão dos equinócios - causado por uma pequena oscilação do eixo terrestre – o ano trópico é mais curto que o ano sideral, que tem 365 dias, 6 horas, 9 minutos e 10 segundos, tempo que o Sol leva para voltar ao mesmo ponto, em sua aparente trajetória anual. O ano anomalístico compreende o período de 365 dias, 6 horas, 13 minutos e 53 segundos, entre 2 passagens da Terra pelo periélio, ponto de sua órbita em que está mais próxima do Sol.

Dada a facilidade de observação das fases lunares, e devido aos cultos religiosos que freqüentemente se associaram a elas, muitas sociedades estruturam seus calendários de acordo com os movimentos da Lua. O ano lunar, de 12 meses sinódicos, correspondentes aos 12 ciclos da fase lunar, tem cerca de 364 dias. Conforme a escala de tempo seja baseada nos movimentos do Sol, da Lua, ou de ambos, o calendário será respectivamente solar, lunar ou lunissolar.

No calendário gregoriano os anos começam a ser contados a partir do nascimento de Jesus Cristo, em função da data calculada, no ano 525 da era cristã, pelo historiador Dionísio o Pequeno. Todavia, seus cálculos não estavam corretos, pois é mais provável que Jesus tenha nascido 4 a 5 anos antes, no ano 749 da fundação de Roma, e não no ano 753, como sugeriu Dionísio. Para a moderna historiografia, o fundador do cristianismo teria na verdade nascido no ano 4 a.C.

Classificação dos Calendários: 
Em sentido amplo, todo calendário é astronômico, variando apenas seu grau de exatidão matemática. Classificam-se eles em siderais, lunares, solares e lunissolares.

Calendário Sideral:
Baseia-se no retorno periódico de uma estrela ou constelação a determinada posição na configuração celeste. Para o estabelecimento do calendário sideral, há milênios, utilizou-se a observação do nascer ou do ocaso helíaco (ou cósmico) de uma estrela. 

Além do nascer ou do ocaso real de uma estrela, respectivamente, pelo horizonte leste ou oeste, chama-se nascer ou ocaso helíaco (ou cósmico) a passagem de um astro pelo horizonte oriental ou ocidental no momento do nascer ou do pôr-do-sol, respectivamente. Quando o astro nasce no momento do pôr-do-sol, ou se põe no momento em que o Sol nasce, diz-se que há nascer ou ocaso acrônicos. Nascer helíaco, portanto, é a primeira aparição anual de uma estrela sobre o horizonte oriental, quando surgem os primeiros raios de sol. Para evitar atraso no registro da data do nascer helíaco, os sacerdotes egípcios, que determinavam as estações em função desse fenômeno, eram obrigados a vigílias rigorosas. Algumas tribos do Brasil e da América do Sul serviam-se do nascer helíaco das Plêiades para indicar o início do ano. O primeiro calendário assírio se baseava no nascer helíaco da constelação Canis Majoris (Cão Maior), cuja estrela principal, Sírius, tinha importante papel em sua mitologia. 

Calendário Lunar:
A base do calendário lunar é o movimento da Lua em torno da Terra, isto é, o mês lunar sinódico, que é o intervalo de tempo entre duas conjunções da Lua e do Sol. Como a sua duração é de 29 dias 12 horas 44 minutos e 2,8 segundos, o ano lunar (cuja denominação é imprópria) de 12 meses abrangerá 354 dias 8 horas 48 minutos e 36 segundos. Os anos lunares têm que ser regulados periodicamente, para que o início do ano corresponda sempre a uma lua nova. Como uma revolução sinódica da Lua não é igual a um número inteiro de dias, e os meses devem também começar com uma lua nova, esse momento inicial não se dá sempre numa mesma hora. Por sua vez, na antiguidade, e mesmo depois, houve freqüentes erros de observação desse início. Para que os meses compreendessem números inteiros de dias, convencionou-se, desde cedo, o emprego de meses alternados de 29 e 30 dias. Mas como o mês lunar médio resultante é de 29 dias e 12 horas, isto é mais curto 44 minutos e 2,8 segundos do que o sinódico adicionou-se, a partir de certo tempo, um dia a cada trinta meses, com a finalidade de evitar uma derivação das fases lunares. Por outro lado, como o ano lunar era de 354 dias, observou-se que havia uma defasagem rápida entre o início do mesmo e das estações. Procurou-se eliminar essa diferença, intercalando-se periodicamente um mês complementar, o que originou os anos lunissolares. O calendário lunar surgiu entre os povos de vida essencialmente nômade ou pastoril, e os babilônicos foram os primeiros, na antiguidade, a utilizá-lo. Os hebreus, gregos e romanos também dele se serviram. O calendário muçulmano é o único puramente lunar ainda em uso. Com Júlio César, Roma adotou um calendário solar que predominou entre as populações agrícolas.

Calendário Solar:
Os egípcios foram os primeiros povos a usar o calendário solar, embora os seus 12 meses, de 30 dias, fossem de origem lunar. O calendário instituído em Roma, por Júlio César, reformado mais tarde pelo para Gregório XIII e atualmente adotado por quase todos os povos, é do tipo solar, e suas origens remontam ao Egito. O calendário solar segue unicamente o curso aparente do Sol, fazendo coincidir, com maior ou menor precisão, o ano solar com o civil, de forma que as estações recaiam todos os anos nas mesmas datas. 

Calendário Lunissolar:
Baseia-se no mês lunar, mas procura fazer concordar o ano lunar com o solar, por meio da intercalação periódica de um mês a mais. O mês é determinado em função da revolução sinódica da Lua, fazendo começar o ano com o início da lunação. Para que a entrada das estações se efetue em datas fixas, acrescenta-se um mês suplementar, no fim de certo número de anos que forma um ciclo. Os babilônicos, chineses, assírios, gregos e hindus utilizaram calendários lunissolares. Atualmente, os judeus – que adotaram o calendário babilônico na época do exílio – e os cristãos se valem desse sistema para determinar a data da Páscoa. 

Dia e Noite:
Nos calendários lunares e lunissolares o dia tem sempre início com o pôr-do-sol, como ocorre ainda hoje, no calendário judeu e muçulmano. No calendário solar, o dia começa com a saída do Sol, como no antigo Egito. Na Mesopotâmia o dia, para as observações astronômicas, começava à meia-noite, embora o calendário usual partisse do anoitecer. Os chineses e romanos adotaram também a meia-noite para o início do dia, uso que é seguido pelo calendário gregoriano.

Calendário Maia:
O calendário mais bem elaborado das antigas civilizações pré-colombianas foi o maia, e do qual deriva o calendário asteca. Tanto um como o outro tinha um calendário religioso de 260 dias, com 13 meses de vinte dias; e um calendário solar de 365 dias, constituído por 18 meses de vinte dias e mais cinco dias epagômenos, isto é, que não pertencem a nenhum mês e eram acrescentados ao calendário para complementar os ano. Esses cinco dias eram considerados de mau agouro, ou nefastos, Um ciclo de 52 anos solares harmonizava os dois calendários, o religioso e o solar. A cada dois ciclos – 104 anos – iniciava-se um ano venusino de 584 dias, um ano solar de 365 dias, um novo ciclo de 52 anos solares e um ano sagrado de 260 dias, Esse acontecimento era comemorado com grandes festas religiosas.

Calendário Hebraico:
Os judeus não adotaram o calendário Juliano, em grande parte para que sua Páscoa não coincidisse com a cristã. O ano israelita civil tem 353, 354 ou 355 dias; seus 12 meses são de 29 ou 30 dias. O ano intercalado tem 383, 384 ou 385 dias. O calendário hebraico introduziu pela primeira vez a semana de 7 dias, divisão que seria adotada em calendários posteriores. É possível que sua origem esteja associada ao caráter sagrado do número 7, como ocorre nas sociedades tradicionais, ou que se relacione com a sucessão das fases da lua, já que a semana corresponde aproximadamente à quarta parte do mês lunar. O calendário hebraico começa a contar o tempo histórico a partir do que os judeus consideram o dia da criação. No calendário gregoriano, tal data corresponde a 7 de outubro de 3761 a.C.

Calendário Muçulmano:
A civilização islâmica adotou o calendário lunar. Neste calendário o ano se divide em 12 meses de 29 ou 30 dias, de forma que o ano tem 354 dias. Como o mês sinódico não tem exatamente 29,5 dias, mas 29,5306 dias, é necessário fazer algumas correções para adaptar o ano ao ciclo lunar. Trinta anos lunares têm aproximadamente 10.631,016 dias. Com anos de 354 dias, trinta anos totalizariam 10.620 dias, e por isso é preciso acrescentar 11 dias a cada trinta anos. A origem do calendário muçulmano se fixa na Hégira, que comemora a fuga de Maomé, da cidade de Meca para Medina, que coincide com o dia 16 de julho de 622 da era cristã, no calendário gregoriano.

Calendário Revolucionário Francês:
Um caso muito singular é o do calendário republicano, instituído pela revolução francesa em 1793, e que tinha como data inicial o dia 22 de novembro de 1792, data em que foi instaurada a república. Pretendia substituir o calendário gregoriano e tornar-se universal. O ano passaria a ter 12 meses de trinta dias, distribuídos em 3 décadas cada mês. Estas eram numeradas de 1 a 3, e os dias de um a 10, na respectiva década, recebendo nomes de primidi, duodi, tridi, quartidi, quintidi, sextidi, septidi, octidi, nonidi, décadi, Deram-se, depois, às décadas, nomes tirados de plantas, animais e objetos de agricultura. Dividiu-se o dia em dez horas de 100 minutos, e estes com 100 segundos de duração. As denominações dos meses inspiraram-se nos sucessivos aspectos das estações do ano na França. Aos 360 dias acrescentavam-se 5 complementares, anualmente e, um sexto a cada quatriênio. O ano desse calendário revolucionário começou à meia-noite do equinócio verdadeiro do outono, segundo o meridiano de Paris. A eliminação das festas religiosas católicas, dos nomes de santos e, sobretudo, do domingo, insuficientemente compensado pelo décadi, indispôs a população. Teve curta duração e a 1° de janeiro de 1806 (com pouco mais de 13 anos), já no primeiro império napoleônico, foi restabelecido uso do calendário gregoriano.

Calendário Primitivo Romano:
O primitivo calendário da cidade de Roma era um calendário lunar, e tinha 304 dias, divididos em 10 meses, desde Março a Dezembro. O ano começava em 1° de Março. É atribuído a Rômulo. Pompilius, que por tradição foi o segundo rei de Roma, acrescentou-lhe mais 2 meses, Janeiro e Fevereiro, para um ano de 354 dias. Em 616 – 579 o etrusco Tarquinius Priscus, por receio supersticioso dos meses com números pares, deu um dia mais a Janeiro, e o sistema passou a ser de um ano com 12 meses e 355 dias, Janeiro tinha 29, Fevereiro tinha 28, Maio, Julho e Outubro 31 dias, Janeiro, Abril Junho, Agosto, Setembro Novembro e Dezembro 29 dias.

Calendário Juliano:
Mais tarde, Júlio César, numa reforma aconselhada por Alexandrino Sosígenes, adotou um calendário com 365,25 dias, no ano trópico, que mesmo assim era maior que o ano solar em 11 min e 14 seg. Isso dava um erro de 3 dias em cada 400 anos. Dessa forma, atribuiu 445 dias ao ano de 46 a.C. (ano 708 da fundação de Roma), para reajustar o ano civil ao solar. A diferença de 6 horas entre o ano solar e o ano civil era ajustada de 4 em 4 anos, no mês de fevereiro, dia 24, repetindo esse dia. 
As origens do calendário juliano remontam ao antigo Egito. A diferença do calendário egípcio está no fato de se introduzirem os anos bissextos de 366 dias a cada 4 anos, de forma que o ano médio era de 365,25 dias. Esses anos de 366 dias chamam-se bissextos porque os latinos chamavam ao dia 25 de Fevereiro de “bisextus kalendas Martii” quando este tinha 29 dias. O começo do ano, passou de 1° de Março para 1° de Janeiro. O esquema dos meses foi reformulado posteriormente para que o mês de Agosto, assim nomeado em honra ao imperador Augusto, tivesse o mesmo número de dias que o mês de Julho, cujo nome é uma homenagem a Júlio César. 

Calendário Gregoriano:
Como o ano trópico é de 365,2422 dias, com o passar dos anos se registra um adiantamento na data do equinócio da primavera. Caso fosse mantido o calendário Juliano, haveria um adiantamento de 6 meses no início das estações, num período de 20.200 anos. O erro entre o ano solar e o ano civil em 1582 já era de 10 dias (o equinócio da primavera que deveria ser em 21 de Março de 1582 ocorreu em 11 de Março). Para resolver esse problema, o Concílio de Trento, reunido em 1563, recomendou ao Papa a correção do inconveniente, que alteraria da data da Páscoa, em virtude dos ciclos de concordância das lunações com o ano solar. 
Finalmente, em 1582, o Papa Gregório XIII, aconselhado por astrônomos, em particular por Luigi Lílio, obteve o acordo dos principais soberanos católicos e, através da Bula Inter Gravíssimas de 24 de fevereiro, decretou a reforma do calendário, que passou, em sua homenagem a chamar-se gregoriano, e é o mais perfeito utilizado até hoje. Mesmo assim, apresenta algumas deficiências. Uma delas é a diferença com o ano trópico, que aliás não é importante para efeitos práticos. Mais relevante é a diferença na duração dos meses (28, 29, 30 ou 31 dias) e o fato de que a semana, que é utilizada quase universalmente como unidade de tempo de trabalho, não esteja integrado nos meses, de tal forma que o número de dias trabalhados durante um mês pode variar entre 24 e 27. Além disso, nos países cristãos, a data em que se comemora a Páscoa é determinada por critério lunissolar, que pode acarretar variação de dias e conseqüentemente alterar atividades educacionais, comerciais e de turismo. Outro inconveniente é o de não existir u ano zero, o que obriga uma operação matemática estranha, para calcular a diferença em anos de um fato ocorrido antes do nascimento de Cristo, em comparação com outro, ocorrido na era cristã. Existem várias propostas para solucionas essas questões, nenhuma delas ainda adotada.
Apesar de representar um avanço, o calendário gregoriano demorou em ser aceito, principalmente em países não-católicos, por motivos, sobretudo político-religiosos. Nas nações protestantes da Alemanha, foi adotado no decorrer dos séculos XVII (em poucos casos, antes de 1700) e XVIII (Prússia, 1775); na Dinamarca (incluindo então a Noruega), em 1700; na Suécia (com inclusão da Finlândia), em 1753. 

Nos cantões protestantes da Suíça, no princípio do século XVIII. Na Inglaterra e suas colônias, entre as quais os futuros Estados Unidos, em 1752. Nos países ortodoxos balcânicos, depois de 1914 (Bulgária, 1916, Romênia Iugoslávia, 1919; Grécia, 1924). Na União soviética, em 1918. Na Turquia, em 1927. No Egito, já havia sido adotado para efeito civil desde 1873, mesma data em que foi aceito no Japão. Na China foi aceito em 1912, para vigorar simultaneamente com o calendário tradicional chinês, até 1928. No Brasil, então colônia de Portugal, que na época estava sob domínio da Espanha, o calendário gregoriano entrou em uso em 1582.

Os dias da semana:
No Império Romano, a astrologia acabou introduzindo, no uso popular, a semana de 7 dias (septimana, isto é, 7 manhãs, de origem babilônica) com os nomes dos planetas (deuses). Os nomes orientais foram substituídos pelos latinos, do Sol, da Lua, e de deuses equiparados aos babilônicos. Por influência romana, os nomes das divindades latinas por aqueles das suas, com que mais se assemelhavam exceção feita de Saturno, cujo nome se limitou a adaptar. 
Com o cristianismo, o nome do dia do Sol passou de Solis dies a Dominica (dia do Senhor, Dominus) e o Saturni dies (dia de Saturno) foi substituído por Sabbatum, dia do descanso (santificado). As línguas de origem romanas, com exceção do português, conservaram as formas derivadas dos antigos nomes latinos, com essas alterações. O português adotou integralmente a nomenclatura hebdomadária do latim litúrgico cristão, que designou os dias compreendidos entre o domingo e o sábado por sua sucessão ordinal depois do primeiro dia da semana. No grego moderno prevaleceu prática semelhante. Em várias línguas germânicas, a cristianização dos respectivos povos acarretou a substituição do dia de Saturno pelo de véspera do domingo (Sonnabend ou Samstag, em alemão) ou, ainda, dia do Senhor (Lördag, em sueco). O domingo conservou o nome de dia do Sol. Em algumas línguas germânicas, o antigo dia de Odin tornou-se o de meio da semana (Mittwoch, em alemão) que corresponde à quarta-feira. Os similares germânicos de Marte, Mercúrio, Jove (Júpiter) e Vênus eram, respectivamente, Ziu ou Tiwaz ou Tyr; Wodan ou Odin, Thor ou Donar, Frija ou Frigg ou Freya.


* Texto editado por Jaures Cardoso Jr., 2008, com material extraído através de pesquisa na Internet e Revista Milênio.

Jaures Cardoso Jr. é astrólogo e engenheiro eletrônico com formação em mecatrônica e especialização em engenharia da confiabilidade. Iniciou seus estudos mais aprofundados de Astrologia em 2006 na Gaia • Escola de Astrologia. Presentemente está cursando as disciplinas do curso de especialização astrológica na Gaia. Já proferiu várias palestras sobre Astrologia e participou de entrevistas na Rádio Bandeirantes, bem como, palestras sobre Astronomia no INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. 


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