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Signos, arquétipos e pessoas

O Zodíaco inteiro dentro de nós
Claudinèi Dias da Silva

Dentre os vários componentes da Astrologia, três se destacam não apenas como principais, mas também como fundamentais para o estudo, a interpretação e as previsões dos mapas: Planetas (quem), Signos (como) e Casas (onde).

Os planetas representam os atores, os agentes da ação, os responsáveis por fazer com que algo aconteça. E quem são esses planetas?
Um astrólogo clássico/tradicional, embasado em trabalhos de astrologia helenística e de astrologia medieval, dirá que sete,e somente sete, são esses atores do drama cósmico, pois tudo pode ser explicado por eles: Sol, Lua, Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno.

Já um astrólogo védico, também embasado em trabalhos indianos que remontam à Antiguidade e conectam a Astrologia ao Yoga e à Ayurveda, poderá rir ou protestar, mas com certeza replicará que para a análise ser completa, faltam dois planetas: Rahu (Nodo Lunar Norte) e Ketu (Nodo Lunar Sul), importantes e presentes na cultura e mitologia indiana há milênios.

E um astrólogo ocidental moderno dirá que, com a descoberta de Urano, Netuno e Plutão, a partir do século XVIII, torna-se necessário considerar dez planetas para ter uma visão mais completa do ser humano.

Outros podem perguntar: e os asteróides? Quíron, Ceres, Palas, Juno e Vesta foram identificados e estão sendo estudados; a inclusão desses asteroides na leitura dos mapas astrológicos, embora ainda incipiente, começa a crescer e a complementar a interpretação.

Quando falamos de Casas – as áreas da vida onde a ação acontece – na Antiguidade houve a utilização de oito delas, mas hoje em dia praticamente todo astrólogo trabalha com doze. Ainda assim, existem diversos sistemas, baseados em divisões do tempo, do espaço ou de projeção sobre a eclíptica, resultando em variações do tamanho, e consequentemente das cúspides das Casas, e com essa variação podendo se ampliar à medida que o local de nascimento do nativo se afaste da linha do Equador.

A única coisa que parece ser constante é a quantidade dos arquétipos, a forma de se comportar (Signos) dos atores (Planetas) no cenário da ação (Casas): não importa se são sete, nove, dez ou n atores, em Casas de tamanho igual ou de tamanho variável por qualquer critério, os arquétipos utilizados continuam sendo doze: Áries, Touro, Gêmeos, Câncer, Leão, Virgem, Libra, Escorpião, Sagitário, Capricórnio, Aquário e Peixes.

A identificação dos atributos dos Signos varia de um astrólogo/estudioso para outro, mas todos mantêm uma coerência bem razoável entre si. Por exemplo, ainda que os arquétipos de Virgem e de Escorpião apresentem algumas características semelhantes, como mostrar-se mais reservado e quietoe tender a reter as coisas, os arquétipos são distintos: dificilmente Virgem será cofundido com Escorpião, e vice-versa.

E o que acontece quando as pessoas, tanto as leigas quanto as que possuem algum conhecimento astrológico, olham um horóscopo, previsões, ou fazem uma análise mais rápida de seus mapas natais? Elas focam no que seria seu signo principal, no arquétipo ao qual estão acostumadas a ver como representativos de si mesmas.

Mas pessoas não são arquétipos puros; considerar apenas um Signo para definir a pessoa – geralmente o Signo Solar – equivale a simplificar e até empobrecer a análise, a ver aquele ser humano como algo quase unidimensional, reduzido a cerca de 1/12 (um doze avos) de sua totalidade.

Mesmo a predominância de um Signo no mapa da pessoa não implica em ausência dos demais Signos; as pessoas se enquadram simultaneamente em vários arquétipos que se influenciam mutuamente e cuja intensidade varia conforme a distribuição dos planetas pelos Signos e Casas – ou seja, considerando o Zodíaco inteiro em cada um, e as particularidades de cada mapa pessoal.

Assim, fica mais fácil entender o porquê de duas pessoas com Sol em Capricórnio apresentarem várias características em comum, mas no geral se comportarem de maneira bem distinta. Ou porque algum Capricorniano se reconhecer mais no horóscopo/arquétipo de Peixes.

Podemos, então, começar a pensar em cada pessoa como a manifestação de mais de um Signo preponderante, e não de somente um determinado Signo. Identificando esses arquétipos principais, teremos elementos para enriquecer a análise e entender melhor as pessoas, numa prévia do que um atendimento astrológico completo pode trazer – além de saber quais outros Signos olhar para o nosso Horóscopo.
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Claudinèi Dias da Silva
Formado em Processamento de Dados pela Fac. Tecnologia da Universidade Mackenzie. Pós-graduação em Administração pela FGV. Pós-graduação em Ciência Corpo-Mente (Biopsicologia) pela Fac. de Direito de Itu em parceria com o Instituto Visão Futuro. Formação como instrutor de Tantra Yoga pelo Instituto Visão Futuro, em PORANGABA-SP.
Astrólogo formado pela Gaia Escola de Astrologia e pesquisador do CPG. Mestre em Reiki e Karuna® Reiki. Terapeuta floral de Bach. Atuando em terapias holísticas e astrologia desde 2010 e atuando também como tradutor técnico desde 2008.

 

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