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A Gaia Escola de Astrologia, além da missão de divulgar a Astrologia, sempre
teve o compromisso de promover a paz, a harmonia e a integração entre as
pessoas, buscando levar a todos uma nova consciência para vivermos em
plenitude essa tão clamada Nova Era.
Em
28 de Julho de 2010, durante a
5ª Semana da Astrologia, que antecedeu a
Astrológica ® 2010 • Encontro Anual de Astrologia,
a Gaia e seu diretor, Robson Papaleo, aderiram à
Carta da Terra,
uma declaração de princípios éticos fundamentais para a construção de
uma sociedade global justa, sustentável e pacífica, estando presente a
divulgadora do documento no Brasil, Cristina Moreno.
A Gaia
e Robson Papaleo, junto a outras pessoas, grupos e entidades do mundo
inteiro, assume o compromisso de divulgar esse documento e os princípios nela
contidos.
O projeto da Carta da Terra começou como uma iniciativa das Nações
Unidas, mas se desenvolveu e finalizou como uma iniciativa global da
sociedade civil. Em 2000 a Comissão da Carta da Terra, uma entidade
internacional independente, concluiu e divulgou o documento como a carta dos
povos
Esse documento busca inspirar todos os povos a um novo
sentido de interdependência global e responsabilidade compartilhada voltado
para o bem-estar de toda a família humana, da grande comunidade da vida e
das futuras gerações. É uma visão de esperança e um chamado à ação.
Leia e divulgue o documento. Assuma esses compromissos e juntos mudaremos o
planeta.
Grande Abraço e Boa Luz

diretor de cursos e eventos da
Gaia Escola de Astrologia
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Veja o conteúdo dessa carta de princípios no site oficial da
Carta da Terra
A seguir um resumo do texto desta carta de princípios.
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PREÂMBULO
Estamos diante de um momento crítico na história da Terra, numa época em que
a humanidade deve escolher o seu futuro. À medida que o mundo torna-se cada
vez mais interdependente e frágil, o futuro reserva, ao mesmo tempo, grande
perigo e grande esperança. Para seguir adiante, devemos reconhecer que, no
meio de uma magnífica diversidade de culturas e formas de vida, somos uma
família humana e uma comunidade terrestre com um destino comum. Devemos nos
juntar para gerar uma sociedade sustentável global fundada no respeito pela
natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa
cultura da paz. Para chegar a este propósito, é imperativo que nós, os povos
da Terra, declaremos nossa responsabilidade uns para com os outros, com a
grande comunidade de vida e com as futuras gerações.
TERRA, NOSSO LAR
A humanidade é parte de um vasto universo em evolução. A Terra, nosso lar, é
viva como uma comunidade de vida incomparável. As forças da natureza fazem
da existência uma aventura exigente e incerta, mas a Terra providenciou as
condições essenciais para a evolução da vida. A capacidade de recuperação da
comunidade de vida e o bem-estar da humanidade dependem da preservação de
uma biosfera saudável com todos seus sistemas ecológicos, uma rica variedade
de plantas e animais, solos férteis, águas puras e ar limpo. O meio ambiente
global com seus recursos finitos é uma preocupação comum de todos os povos.
A proteção da vitalidade, diversidade e beleza da Terra é um dever sagrado.
A SITUAÇÃO GLOBAL
Os padrões dominantes de produção e consumo estão causando devastação
ambiental, esgotamento dos recursos e uma massiva extinção de espécies.
Comunidades estão sendo arruinadas. Os benefícios do desenvolvimento não
estão sendo divididos eqüitativamente e a diferença entre ricos e pobres
está aumentando. A injustiça, a pobreza, a ignorância e os conflitos
violentos têm aumentado e são causas de grande sofrimento. O crescimento sem
precedentes da população humana tem sobrecarregado os sistemas ecológico e
social. As bases da segurança global estão ameaçadas. Essas tendências são
perigosas, mas não inevitáveis.
DESAFIOS FUTUROS
A escolha é nossa: formar uma aliança global para cuidar da Terra e uns dos
outros ou arriscar a nossa destruição e a da diversidade da vida. São
necessárias mudanças fundamentais em nossos valores, instituições e modos de
vida. Devemos entender que, quando as necessidades básicas forem supridas, o
desenvolvimento humano será primariamente voltado a ser mais e não a ter
mais. Temos o conhecimento e a tecnologia necessários para abastecer a todos
e reduzir nossos impactos no meio ambiente. O surgimento de uma sociedade
civil global está criando novas oportunidades para construir um mundo
democrático e humano. Nossos desafios ambientais, econômicos, políticos,
sociais e espirituais estão interligados e juntos podemos forjar soluções
inclusivas.
RESPONSABILIDADE UNIVERSAL
Para realizar estas aspirações, devemos decidir viver com um sentido de
responsabilidade universal, identificando-nos com a comunidade terrestre
como um todo, bem como com nossas comunidades locais. Somos, ao mesmo tempo,
cidadãos de nações diferentes e de um mundo no qual as dimensões local e
global estão ligadas. Cada um compartilha responsabilidade pelo presente e
pelo futuro bem-estar da família humana e de todo o mundo dos seres vivos. O
espírito de solidariedade humana e de parentesco com toda a vida é
fortalecido quando vivemos com reverência o mistério da existência, com
gratidão pelo dom da vida e com humildade em relação ao lugar que o ser
humano ocupa na natureza.
Necessitamos com urgência de uma visão compartilhada de valores básicos para
proporcionar um fundamento ético à comunidade mundial emergente. Portanto,
juntos na esperança, afirmamos os seguintes princípios, interdependentes,
visando a um modo de vida sustentável como padrão comum, através dos quais a
conduta de todos os indivíduos, organizações, empresas, governos e
instituições transnacionais será dirigida e avaliada.
PRINCÍPIOS
I. RESPEITAR E CUIDAR DA COMUNIDADE DE VIDA
1. Respeitar a Terra e a vida em toda sua diversidade.
2. Cuidar da comunidade da vida com compreensão, compaixão e amor.
3. Construir sociedades democráticas que sejam justas, participativas,
sustentáveis e pacíficas.
4. Assegurar a generosidade e a beleza da Terra para as atuais e às futuras
gerações.
II. INTEGRIDADE ECOLÓGICA
5. Proteger e restaurar a integridade dos sistemas ecológicos da Terra, com
especial atenção à diversidade biológica e aos processos naturais que
sustentam a vida.
6. Prevenir o dano ao ambiente como o melhor método de proteção ambiental e,
quando o conhecimento for limitado, assumir uma postura de precaução.
7. Adotar padrões de produção, consumo e reprodução que protejam as
capacidades regenerativas da Terra, os direitos humanos e o bem-estar
comunitário.
8. Avançar o estudo da sustentabilidade ecológica e promover o intercâmbio
aberto e aplicação ampla do conhecimento adquirido.
III. JUSTIÇA SOCIAL E ECONÔMICA
9. Erradicar a pobreza como um imperativo ético, social e ambiental.
10. Garantir que as atividades e instituições econômicas em todos os níveis
promovam o desenvolvimento humano de forma eqüitativa e sustentável.
11. Afirmar a igualdade e a eqüidade dos gêneros como pré-requisitos para o
desenvolvimento sustentável e assegurar o acesso universal à educação,
assistência de saúde e às oportunidades econômicas.
12. Defender, sem discriminação, os direitos de todas as pessoas a um
ambiente natural e social capaz de assegurar a dignidade humana, a saúde
corporal e o bem-estar espiritual, com especial atenção aos direitos dos
povos indígenas e minorias.
IV. DEMOCRACIA, NÃO-VIOLÊNCIA E PAZ
13. Fortalecer as instituições democráticas em todos os níveis e prover
transparência e responsabilização no exercício do governo, participação
inclusiva na tomada de decisões e acesso à justiça.
14. Integrar, na educação formal e na aprendizagem ao longo da vida, os
conhecimentos, valores e habilidades necessárias para um modo de vida
sustentável.
15. Tratar todos os seres vivos com respeito e consideração.
16. Promover uma cultura de tolerância, não-violência e paz.
O CAMINHO ADIANTE
Como nunca antes na História, o destino comum nos conclama a buscar um novo
começo. Tal renovação é a promessa destes princípios da Carta da Terra. Para
cumprir esta promessa, temos que nos comprometer a adotar e promover os
valores e objetivos da Carta.
Isto requer uma mudança na mente e no coração. Requer um novo sentido de
interdependência global e de responsabilidade universal. Devemos desenvolver
e aplicar com imaginação a visão de um modo de vida sustentável nos níveis
local, nacional, regional e global. Nossa diversidade cultural é uma herança
preciosa e diferentes culturas encontrarão suas próprias e distintas formas
de realizar esta visão. Devemos aprofundar e expandir o diálogo global que
gerou a Carta da Terra, porque temos muito que aprender a partir da busca
conjunta em andamento por verdade e sabedoria.
A vida muitas vezes envolve tensões entre valores importantes. Isto pode
significar escolhas difíceis. Entretanto, necessitamos encontrar caminhos
para harmonizar a diversidade com a unidade, o exercício da liberdade com o
bem comum, objetivos de curto prazo com metas de longo prazo. Todo
indivíduo, família, organização e comunidade tem um papel vital a
desempenhar. As artes, as ciências, as religiões, as instituições
educativas, os meios de comunicação, as empresas, as organizações
não-governamentais e os governos são todos chamados a oferecer uma liderança
criativa. A parceria entre governo, sociedade civil e empresas é essencial
para uma governabilidade efetiva.
Para construir uma comunidade global sustentável, as nações do mundo devem
renovar seu compromisso com as Nações Unidas, cumprir com suas obrigações
respeitando os acordos internacionais existentes e apoiar a implementação
dos princípios da Carta da Terra com um instrumento internacionalmente
legalizado e contratual sobre o ambiente e o desenvolvimento.
Que o nosso tempo seja lembrado pelo despertar de uma nova reverência face à
vida, pelo compromisso firme de alcançar a sustentabilidade, a
intensificação dos esforços pela justiça e pela paz e a alegre celebração da
vida.
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Veja o texto completo dessa carta de
princípios no site oficial da
Carta da Terra

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